“Ação conjunta flagra uso de remédios proibidos em estabelecimento de saúde em Barra do Garças”

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Equipes da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária localizaram diversos medicamentos fora das normas legais durante fiscalização na clínica.

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Vigilância sanitária  nesta quinta-feira (04), identificou e recolheu uma série de medicamentos fora das normas durante uma fiscalização em uma clínica médica de Barra do Garças.

A equipe da 1ª Delegacia de Polícia de Delegacia de Polícia realizou a inspeção como parte da Operação Jaleco, direcionada a um estabelecimento apontado por utilizar substâncias para perda de peso sem a autorização exigida pelos órgãos de controle.

Um médico de 39 anos será investigado em um inquérito que apura a possível fabricação, alteração ou venda de produtos terapêuticos sem autorização oficial.

Foto|Assessoria | Polícia Civil-MT

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Durante a inspeção no local, os agentes localizaram frascos contendo tirzepatida e retatrutida, ambos sem qualquer certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A substância à base de retatrutida, inclusive, é classificada como experimental e segue em fase final de testes clínicos, não podendo ser vendida ou distribuída no país.

No total, os fiscais recolheram 25 ampolas e 11 canetas contendo substâncias voltadas à perda de peso. Diante das irregularidades, o profissional responsável pela clínica recebeu autuação da Vigilância Sanitária, e o estabelecimento ficará sujeito às medidas administrativas previstas em lei.

Além dos produtos recolhidos durante a fiscalização, os agentes também encontraram frascos no lixo da clínica sem qualquer identificação oficial ou prova de registro nos órgãos reguladores. O material reforça a possibilidade de que substâncias irregulares estavam sendo utilizadas e descartadas de maneira inadequada no consultório.

De acordo com o delegado Raphael Diniz, que conduz o caso, a ação busca impedir práticas que possam comprometer a segurança dos pacientes. Ele afirmou que a operação continuará nos próximos dias e que novas etapas podem ser desencadeadas para rastrear a procedência dos medicamentos e identificar pessoas que possam ter sido expostas aos produtos irregulares.

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