Diagnóstico aponta insuficiência venosa crônica, condição comum em idosos e que pode causar inchaço e desconforto.

Presidente dos EUA, Donald Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o diagnóstico de uma condição venosa após apresentar inchaço nas pernas, segundo comunicado oficial da Casa Branca nesta quinta-feira.
Durante uma coletiva, o secretário de imprensa Leavitt leu um relatório médico que detalhou os resultados de um exame por ultrassom nas pernas de Trump, indicando a presença de insuficiência venosa crônica. A doença, bastante frequente em pessoas acima dos 70 anos, afeta a circulação sanguínea nas extremidades inferiores.
O secretário de imprensa Leavitt garantiu que não foram encontradas evidências de problemas mais graves, como trombose venosa profunda ou doenças arteriais, durante os exames realizados em Trump. Além disso, avaliações adicionais descartaram sinais de insuficiência cardíaca, renal ou outras doenças sistêmicas, tranquilizando sobre o quadro clínico do ex-presidente.
Leavitt ressaltou que Trump não apresentou qualquer desconforto relacionado à condição venosa diagnosticada.
Segundo o portal MedlinePlus, ligado à Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, a insuficiência venosa ocorre quando as veias têm dificuldade para retornar o sangue das pernas ao coração, provocando sintomas como inchaço, cansaço e sensação de peso nas pernas. Embora seja uma condição que tende a piorar gradativamente, seu avanço pode ser controlado com tratamento precoce, incluindo mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicações ou procedimentos médicos.
Além disso, Leavitt mencionou que Trump apresentou hematomas nas costas das mãos, atribuídos a pequenas irritações dos tecidos moles, provavelmente causadas pela combinação do hábito frequente de apertar mãos em eventos públicos e o uso regular de aspirina, que faz parte de seu protocolo preventivo cardiovascular.
Especialistas apontam que, apesar de ser uma condição comum entre idosos, a insuficiência venosa merece atenção contínua para evitar complicações, como úlceras e tromboses, reforçando a importância do acompanhamento médico regular.
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